PERIÓDICO DE DIVULGAÇÃO DO ESPIRITISMO PRÁTICO
D. Pedro II - Como combater o ateísmo e o materialismo
01 / ABRIL / 2023
D. PEDRO II

 

Delfim Pedro II
 
Como combater o ateísmo, o materialismo e a incredulidade 

 

   Alguns amigos haviam evocado Allan Kardec para os esclarecer sobre alguns assuntos e aproveitaram a oportunidade para lhe perguntar se seria útil e oportuna a evocação, numa próxima sessão, do Espírito de D. Pedro II, que era chamado pela população esclarecida de o Magnânimo. Como o mestre lhes disse que ele se sentiria feliz se pudesse ser-lhes útil, prepararam com antecedência as perguntas a serem feitas àquele que governou o Brasil de 1840 a 1889. (No final deste artigo consta um resumo biográfico desse ilustre personagem.)

 

(Sessão do dia 5 de maio de 2019)

 

   Evocação de D. Pedro II, em nome de Deus.

   - "É também em nome de Deus que aceito o convite que me fazem para conversarmos."

   1. Se é em nome de Deus que viestes, viestes de bom grado. Essa seria a primeira pergunta que iríamos fazer, mas o senhor já a respondeu.

   - "Julgastes bem."

   2. Consentis em nos esclarecer sobre algumas questões a respeito da sua vida, quando fostes Imperador do Brasil?

   - "Sim, mas digo que as questões que mais me interessam são as que dizem respeito ao País e à sociedade, e não ao homem que um dia o governou. Destaco as que mais me interessam, mas entendo que não é por uma curiosidade vã que pensastes em fazer as outras; apenas não gostaria que elas tomassem a maior parte do nosso diálogo, tendo em vista a importância dos temas."

   3. Nós gostaríamos de saber de onde vinha o seu amor pelo Brasil?

   - "Como não amar a terra que me alimentara o corpo e me permitira desenvolver o espírito? Como não desejar que o país que me recebeu fosse tão bom para os outros, ou ainda melhor, do que o foi para mim? Nada do que fiz deixou de ter como móvel a gratidão. Era por gratidão que desejava, e ainda desejo, que essa terra possa alcançar os altos patamares que lhe são possíveis. Ainda hoje a minha esperança é a mesma daqueles tempos, e somente a cegueira do pessimismo poderia ocultar aos olhos de seus habitantes o futuro glorioso que a espera. Como acreditar que alguém pudesse constituir-se em obstáculo inamovível, ou que algumas pessoas ou grupos sociais se convertessem em empecilho definitivo à grandeza dessa nação? Quem poderia impedi-la de crescer vigorosa e de conquistar para os seus futuros habitantes, filhos das mesmas gerações de hoje, a paz e a prosperidade que desejo para essa terra, conforme aos desígnios de Deus?"

   4. Poderia nos dizer de que forma tem contribuído, agora como Espírito, para o avanço do nosso País?

   - "Tenho buscado principalmente renovar o ânimo daqueles que, como eu, veem a nação mais do que um mero terreno; tenho, com bastante vigor, ajudado aqueles que olham para o futuro e conseguem ver e desejar algo melhor. Digo que não me restrinjo à classe política, ou a alguns pensadores, mas sinto um grande prazer ao passar pelas salas de aula e ver almas ainda esperançosas, para as quais sopro meus pensamentos e sei que são ouvidos; que, mesmo que logo mais tais inspirações sejam abafadas por outras ocupações, não deixo de notar os benefícios gerados. É grande a minha satisfação de poder contribuir, como Espírito, para a instrução dos outros. Ainda que, como chefe dessa nação, tenha sido essa uma de minhas maiores preocupações, meu poder se restringia aos meus recursos financeiros e à minha influência; assim sendo, não podia atingir a tantos, como hoje posso. Por isso, sinto-me bem mais satisfeito com a obscuridade profícua que tenho como Espírito, do que com a nobreza restrita e sujeita à má vontade humana. Digo que sou mais livre hoje do que quando governava essa nação, e posso, sob o olhar de Deus, estender com mais amplitude os braços, como desejara ter feito sobre os seus habitantes, com o objetivo de mover a sociedade na direção do progresso intelectual e moral. Quando no corpo, a esperança que eu alimentava por vezes sofria solavancos; mas hoje, graças à visão que tenho a partir do mundo dos Espíritos, minha esperança é inabalável, porque funda-se na certeza de que todo obstáculo é pequeno e superável diante da lei do progresso, que é uma lei de Deus."

   5. O senhor chegou a conhecer o Espiritismo no século XIX, quando ele surgiu?

   - "Sim, eu partilhei muitas de suas crenças, e se não me dizia espírita abertamente era por escrúpulos religiosos e mesmo políticos; tudo o que dissesse respeito ao progresso me interessava, e fora impossível não notar que o Espiritismo era a voz que chamava, e que muitos séculos adiante ainda chamaria, a atenção da nossa sociedade para as leis divinas. Era assim que eu o via: a voz de povos mais adiantados chamando a si os povos mais atrasados."

   6. O maior inimigo do progresso, segundo Allan Kardec, é o materialismo. O senhor considera que ainda é assim?

   - "Sim, bem como a incredulidade, sobretudo a incredulidade venerada; e não falo aqui sobre o ceticismo ou a dúvida filosófica; refiro-me a essa incredulidade que, sob uma falsa bandeira de fraternidade, congregou muita gente. Inúmeros foram aqueles que se deixaram fascinar pela ideia, mas não entreviram as causas, nem as consequências, nem mesmo as reais intenções de seus criadores e principais propagadores. Entretanto, tem período curto a vigência das ideias utópicas, e ainda que atrasem o progresso da humanidade, levando sofrimento àqueles que se deixaram arrastar por elas, e também aos que apenas lhe sofrem as consequências, nada é capaz de deter a força do progresso. Aquele que está compenetrado da vontade divina, das leis de Deus, percebe que o progresso é ao mesmo tempo força e consequência: força que arrasta para frente e consequência dos progressos prévios realizados. Aquele que compreende verdadeiramente a grandeza da lei do progresso jamais se entristece pelos eventuais percalços do presente, sempre tão impotentes diante da vontade de Deus. Aqueles que querem construir uma sociedade sem Deus são como pigmeus, ouvidos apenas por homens de igual estatura, mas cujas ideias somem como pela rotação da Terra se desvanece a escuridão, em poucos instantes, sob a luz do Sol."

   7. Pelo que vimos, o senhor teria participado, no século XIX, da Ligue Nationale contre l'Athéisme.1 (Liga Nacional contra o ateísmo). Como nós, espíritas, que acreditamos em Deus, na sua justiça e bondade, poderíamos hoje lutar de maneira eficiente contra o ateísmo?

   - "Combate-se o ateísmo e o materialismo, não pela exposição dos defeitos desses sistemas, já que esse processo com frequência engendra uma interminável guerra de palavras e acusações. Ao contrário, combate-se pelos frutos da piedade, do amor a Deus, da fé, pois é aí que está a melhor arma, os argumentos sem réplica. É mostrando pela própria conduta os benefícios que decorrem de apoiar em Deus todas as suas ações, de agir segundo a Sua vontade; é mostrar o amor do próximo como consequência do sentimento de fraternidade que surge da certeza da existência e imortalidade da alma. São esses os frutos que, se quiserdes combater o ateísmo, deveis cultivar e compartilhar com aqueles que desejarem, que tiverem fome. Não digo que deveis sofrer passivamente os golpes que o materialismo desfere e, sob a ação da força, tenta penetrar em todos os setores da sociedade; não, é preciso pôr-se em guarda e estar alerta quanto às armadilhas que são semeadas; é ser vigilante, e uma vez descoberto e posto à luz o inimigo, combatê-lo por meio do próprio exemplo, pelos frutos da fé verdadeira que contrasta com a esterilidade do materialismo, do ateísmo, da incredulidade, que por vezes tomam caráter de lei. É imperioso não dar aos incrédulos a munição da qual possam utilizar-se para execrar publicamente a piedade disfarçada; tal munição é a hipocrisia daqueles que, no passado, e ainda hoje, usam a fé para fins de dominação. Ao contrário, é preciso mostrar, pelas próprias obras, obtidas sob as bênçãos do Pai, quais são os resultados que pode esperar aquele que crê, e que benefícios desfrutará uma sociedade composta por homens que creem verdadeiramente em Deus, e fazem de sua fé sincera o móvel de suas ações."

   8. O senhor consente em nos dizer algumas palavras, oportunamente, sobre a liberdade de submeter-nos a Deus?"

   - "Sim. Farei isso de muito bom grado, porque alegra-me poder compartilhar as ideias que, graças ao bom Deus e aos Espíritos encarregados por ele para fazer progredir a Humanidade, me é dado ver com clareza. Sei que tudo o que contribui para o conhecimento verdadeiro é útil e, portanto, se puder dar uma contribuição, serei grato."

   9. O senhor aceita o nosso convite para ser mais um dos nossos protetores e instrutores espirituais?

   - "Assim como em vida jurei proteger esse País2, continuo com o meu juramento e, se quiserdes, e sei que quereis, podeis considerar-me também como um dos muitos Espíritos protetores desse grupo. Irei vos proteger e inspirar-vos bons pensamentos.

   "Quero, antes de me despedir, dizer que foi sob nossa inspiração, e aí eu me incluo, pelos motivos que citei há pouco, que tendes pensado na educação moral e notado a sua importância para a formação de uma sociedade justa e pacífica. Portanto, digo que não deveis desprezar em nenhum ponto a vossa melhora moral; traçai boas estratégias e aplicai-as com firmeza, a fim de vencer os inimigos do vosso progresso que encontram vitalidade em vossa própria intimidade. Pensai também nas crianças; lembrai que o Espírito é mais maleável na infância e que é nessa fase que mais facilmente são desenvolvidas as forças morais para que o Espírito, agora encarnado, possa, no contato com adultos moralmente educados, desenvolver as virtudes que o farão homem de bem. É preciso, pois, que essa seja uma preocupação constante de todo aquele que deseja empregar suas forças com o objetivo de fazer que o reino de Deus se estabeleça na Terra; para isso é indispensável que cuideis da vossa educação moral, pois não se pode dar do que não se tem."

   10. Nós agradecemos por seus conselhos, e vamos nos esforçar para aproveitá-los ao máximo. Agradecemos também por terdes perdoado os ingratos cidadãos desta pátria que naquele século não souberam reconhecer o valor do seu governante, expulsando-o deste país.

   - "Seria ingratidão minha se não os perdoasse, ingratidão para com Deus, que perdoa conforme houvermos perdoado."

 

(Comunicação por psicofonia, dia 5 de maio de 2019.)

 

Perfil de D. Pedro II, sobrenomeado "o Magnânimo"

 

   "Membro da casa de Bragança, ele é o sétimo filho do imperador Pedro I e da imperatriz Maria-Leopoldina de Áustria. A repentina abdicação e a partida de seu pai para a Europa, em 1831, o deixam só, aos cinco anos de idade, com duas de suas irmãs. Tornado imperador, ele passa uma infância e uma adolescência tristes e solitárias. Obrigado a passar seu tempo a aprender seu ofício, o jovem soberano conhece apenas breves momentos de alegria e de encontros com alguns amigos de sua idade. Adulto, tem um importante senso de dever e de devotamento para com seu país e seu povo.(...)"

   "Herdando um império à beira da desintegração, Pedro II transformou o Brasil numa potência emergente no cenário internacional, reconhecida pela estabilidade de seu regime político, ou seja, uma monarquia constitucional representativa, pela liberdade de expressão, pelo respeito aos direitos cívicos, assim como por seu crescimento econômico. Sob o reinado de Pedro II, o Brasil sai vitorioso de três conflitos internacionais (a Guerra do Prata, a Guerra da Cisplatina e a Guerra da Tríplice-aliança); o imperador teve importante papel em muitos outros diferendos internacionais ou internos. Ele impulsionou fortemente a abolição da escravatura e se mostrou um partidário fervoroso da aprendizagem, da cultura e das ciências.(...)"3

   "Nasci para consagrar-me às letras e às ciências", comentou o imperador em seu diário pessoal em 1862. Ele sempre teve prazer em ler e encontrou nos livros um refúgio para a sua posição. Sua habilidade para relembrar trechos que havia lido no passado era notável. Os interesses de Pedro II eram diversos, ele era um polímata, e incluíam antropologia, geografia, geologia, medicina, direito, estudos religiosos, filosofia, pintura, escultura, enxadrismo, teatro, música, astronomia, química, física, poesia, tradução e tecnologia. No final de seu reinado, havia três livrarias em São Cristóvão contendo mais de 60 mil livros. Sua paixão pela linguística o levou a dedicar toda a sua vida ao estudo de novas línguas, chegando a falar e escrever não só em português, mas também em latim, francês, alemão, inglês, italiano, espanhol, grego, árabe, hebraico, sânscrito, chinês, provençal e tupi. Tornou-se o primeiro brasileiro fotógrafo quando adquiriu uma câmera de daguerreótipo em março de 1840. Criou um laboratório fotográfico em São Cristóvão e outro de química e física. Ele também construiu um observatório astronômico no paço.

   A erudição do imperador surpreendeu Friedrich Nietzsche quando ambos se conheceram. Victor Hugo falou dele: "Senhor, és um grande cidadão, és o neto de Marco Aurélio", e Alexandre Herculano o chamou de ' um Príncipe que, na opinião geral, é o mais eminente de sua época em razão graças à sua mente dotada, e devido à sua constante aplicação desse dom para as ciências e a cultura". Tornou-se membro da Royal Society, da Academia de Ciências da Rússia, das Reais Academias de Ciências e Artes da Bélgica e da Sociedade Geográfica Americana. Em 1875 foi eleito membro da Académie des Sciences francesa, uma honra dada anteriormente a somente dois outros chefes de estado: Pedro, o Grande e Napoleão Bonaparte. Pedro II trocou cartas com cientistas, filósofos, músicos e outros intelectuais. Muitos de seus correspondentes se tornaram seus amigos, incluindo Richard Wagner, Louis Pasteur, Louis Agassiz, John Greenleaf Whittier, Michel Eugène Chevreul, Alexander Graham Bell, Henry Wadsworth Longfellow, Arthur de Gobineau, Frédéric Mistral, Alessandro Manzoni, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, James Cooley Fletcher.

   Pedro II cedo percebeu que tinha a oportunidade para utilizar o conhecimento que havia acumulado em uso prático para o benefício do Brasil. O imperador considerava a educação como de importância nacional e era ele mesmo um exemplo do valor do aprendizado. Ele comentou: "Se eu não fosse imperador, gostaria de ser um professor. Não conheço tarefa mais nobre do que direcionar as jovens mentes e preparar os homens de amanhã". A educação também colaborou no seu objetivo de criar um sentimento de identidade nacional brasileira. Seu reino viu a criação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, para promover pesquisa e preservação nas ciências históricas, geográficas, culturais e sociais. A Imperial Academia de Música e Ópera Nacional e o Colégio D. Pedro II também foram fundados, o último servindo como modelo para escolas por todo o Brasil. A Imperial Escola de Belas Artes, estabelecida por seu pai, recebeu maior apoio e fortalecimento. Utilizando sua lista civil, [salário anual a que tem direito um monarca] Pedro II providenciou bolsas de estudo para brasileiros frequentarem universidades, escolas de arte e conservatórios musicais na Europa. Ele também financiou a criação do Instituto Pasteur, assim como a casa de ópera Bayreuth Festspielhaus de Wagner, além de outros projetos semelhantes. Seus esforços foram reconhecidos tanto em casa quanto no exterior. Charles Darwin falou dele: "O imperador faz tanto pela ciência, que todo sábio é obrigado a demonstrar a ele o mais completo respeito".4

   Ele também financiou, junto com "o imperador Ferdinando I da Áustria e do rei Ludovico I da Baviera, uma das maiores obras botânicas, denominada Flora brasiliensis. Na sua forma final, essa obra consiste de 15 volumes subdivididos em 40 partes originalmente publicados na forma de 140 fascículos individuais. Descreve um total de 22.767 espécies, das quais 19.629 são nativas e 5.689 foram descritas como novas na obra. O texto contém 20.733 páginas divididas em duas colunas, contendo 3.811 pranchas que ilustram 6.246 espécies. (...) Até bem recentemente, a Flora brasiliensis era o maior projeto de Flora completado na história da botânica e só foi ultrapassada, em 2004, pela Flora Republicae Popularis Sinicae (Flora da República Popular da China)."5

   D. Pedro II era membro da segunda "Maison de Bragance" (dita Sereníssima Casa de Bragança), que é um braço da "Maison capétienne d'Aviz", da qual fizera parte o inesquecível Louis IX, rei da França, conhecido como São Luís.

   Esse Magnânimo governante do Brasil foi deposto e expulso do país que ele tanto amava, no dia 15 de novembro de 1889. Passou os dois últimos anos de sua vida em exílio na Europa, vivendo só e com bem pouco dinheiro.

 

Enterro de D. Pedro II em Paris
(Enterro de D. Pedro II em Paris (desenho conforme a natureza, de M. Charles Morel).

 

   Algumas décadas após sua morte, D. Pedro II retoma sua reputação e seus restos mortais voltam ao Brasil como herói nacional. Os historiadores o consideram como um personagem muito notável e é geralmente considerado como o maior homem da história do Brasil.

 

__________

1 Ligue nationale contre l'athéisme. (Camile Flammarion e muitos outros homens ilustres também faziam parte dessa liga.)

2 Seu título completo era: Imperador constitucional e perpétuo defensor do Brasil. (Os membros do grupo desconheciam esse título.)

3 https://fr.wikipedia.org/wiki/Pierre_II_(empereur_du_Brésil)

4 https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_II_do_Brasil

5 Flora brasiliensis ; veja-se também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Flora_Brasiliensis

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